Se você deseja equilibrar sua vida pessoal e profissional, veja os sete pilares construidos pelo palestrante motivacional Maurino Veiga. Organizá-los certamente lhe ajudará a ter uma carreira de maior sucesso. Acompanhe:
Família - Passe mais tempo com a sua família. Elogie seus filhos e dê atenção aos mais velhos. Permita-se aprender e desfrutar desses momentos. Eles lhe fortalecerão.
Espírito - Escolha uma religião e adote uma filosofia de vida, colocando em prática mandamentos como amor ao próximo e respeito ao universo. Isso lhe nutrirá.
Intelecto - Leia bons livros, assista a bons filmes, ouça boas músicas. Abrindo sua mente para novas idéias, você terá mais facilidade para tomar a frente em sua vida.
Situação econômica - Economize pelo menos 10% do que recebe mensalmente. Evite fazer empréstimos e compras em mais de três parcelas. Respeite seu bolso.
Ecologia - Que tal gastar menos água e energia elétrica? E parar de fazer uso de materiais que não são recicláveis? Existem muitas maneiras de preservar o meio ambiente. Aposte!
Social - O que você tem feito para melhorar a vida da sua comunidade? Ajudar pessoas que você não conhece pode ser uma forma de deixar o mundo melhor do que você o encontrou.
Corpo Físico - Checkups anuais, dietas alimentares contemplando frutas, legumes e grãos, descanso apropriado e exercícios físicos regulares vão lhe ajudar a viver mais e melhor.
Passe esses sete pilares adiante. Quanto mais gente usar energia para colocá-los em prática, melhor será para a sociedade!
Em entrevista, a Brisa Teixeira (Profissão Mestre, outubro 2007, págs.12 e 13), Luiza Ricotta, Mestre em Distúrbios do Desenvolvimento pela Universidade Mackenzie (SP) e pós- graduada em Terapia Familiar pela PUC-SP e em Psicodrama pela Federação Brasileira de Psicodrama, defende as seguintes idéias:
"Os educadores são co-responsáveis e atuam de maneira significativa no despertar dos potenciais do aluno."
"Educar a si mesmo é uma postura que o profissional não pode ignorar."
Destacamos algumas preciosas pérolas com que nos brindou, a renomada educadora e autora de livros, para que possamos refletir sobre o assunto abordado, especificamente, sobre o perfil desejável do professor-educador:
'Os educadores são vitais na formação de pessoas, ao acompanhar um determinado período do desenvolvimento da criança, do jovem e do adulto."
"... se é o caso de diferenciarmos aqueles que vão para além da missão de transmitir conteúdos, certamente teremos os educadores, formadores de mentalidades, comprometidos em desenvolver uma crítica no aluno ou aprendiz."
"O professor que é repetidor de informações e conteúdos pode desempenhar com sucesso seu trabalho e nem mesmo perceber que há algo de errado em sua performance."
A profissão de professor não deixa espaço para o amadorismo, será preciso reforçar os valores universais na formação. "Temos urgência, na educação brasileira de profissionais que tratam com profissionalismo as questões do aprendizado, da relação com o aluno, da interação com a instituição em que trabalha, com os colegas e que promovem e buscam o seu aperfeiçoamento, bem como sua qualidade de vida."
Existem "professores que não estão alinhados com a filosofia da escola, que não se atualizam, tornando-se rigidos."
Educar a si mesmo é uma postura que o profissional não pode ignorar. "É fato que pessoas de boa cabeça apresentam resultados bem satisfatórios na vida, pois aprendem a se gratificar com tudo o que fazem." "Pessoas com esse espírito estão mais fortalecidas e prontas para enxergar com mais naturalidade todo tipo de situação com que tem de lidar. Tornam-se mais flexíveis, preparadas."
'Educadores natos são criativos, atingem qualidade e produzem excelência nos seus resultados... pode-se imaginar como seriam eles se dispusessem a fazer cursos e estimular-se ainda mais... Quantos que estacionaram e por isso perderam toda a credibilidade perante os alunos e a sociedade em geral... o conhecimento possibilita um emancipar-se constante, uma evolução."
O professor não pode mais ser apenas um repassador de conteúdos. Ele tem a importante função de ser um agente cultural.
"Certamente que sendo um transmissor de valores humanos, é também um propagador dos valores da cultura. O educador, com boa cabeça, não é porta-voz de discriminações ou preconceitos. Ele aponta e apresenta a diversidade cultural que existe no Brasil, está antenado às atualizações que o colocam em dia com a informação do que ocorre no mundo."
"a responsabilidade social precisa ser difundida e se o professor, pela sua própria posição, não for o primeiro a se dar conta disso, como irá conduzir com segurança os seus alunos a uma sociedade que carece de cuidados, portanto, de educação para sobrevivermos?" e acrescenta: "Esse professor precisa sair de uma pseudocomodidade, na verdade, uma espécie de cegueira, e partir para uma inquietação que o leve a explorar universos que ele mesmo não conheca, mas que são preponderantes a quem tem a missão que possuem: de formar pessoas. Flexibilidade, habilidade para interagir com pessoas, criatividade, curiosidade advinda da inquietação e expontaneidade são alguns dos atributos que considero extremamente necessários." - conclui.
Caro internauta: Quero compartilhar com você esta mostra de orquídeas que está sendo realizada no Município de Santa Tereza,ES. Estou fazendo isto porque também me empolgo com essa pérola da natureza, além da educação.
Estou sugerindo, aos amigos internautas, uma lista de valores humanos que compilei, esperando que contribuam com as suas idéias, sobre esse tema que considero importantíssimo para todos os que abraçam a causa da educação. Ei-los!
Todos bem sabemos que a escola é a instituição agenciadora da Educação.
Outras instituições, entretanto, realizam esse papel, porém, nenhuma das que lembrarmos realiza esse trabalho na sua essência e com perfeição.
A arte de ensinar e o seu aprendizado acontecem, em sua plenitude, nos ambientes das escolas.
Sabemos também que a missão do mestre, não é apenas passar informações ou transmitir conteúdos, mas, também, e principalmente ensinar valores.
Os conteúdos constantes nos currículos e programas das escolas, sem dúvida, serão cobrados mas, nem por isso, devem ser a única preocupação do professor, quando este exerce a sua função em uma escola genuinamente educadora.
O professor que cobra, de si mesmo, uma postura e uma consciência de valores alcançará grandes e surpreendentes resultados nos alunos que ele preparou para a vida!
É bom destacar que uma grande leva de professores, a maioria dos quais verdadeiros educadores, estão desempenhando, com brilhantismo até, esse papel. Estão simultâneamente envolvendo os conteúdos programáticos, de sua disciplina, com os valores humanos de que a sociedade tanto carece.
O professor é, em essência, um educador, um arquiteto do amanhã. Aquele que desprezar esse epíteto, recusando-se ou se omitindo a ajudar os seus alunos na identificação dos valores a perseguir, estará deixando de cumprir sua razão ética de ensinar.
Partindo da premissa de que o professor, que trabalha numa escola, verdadeiramente, agenciadora da educação, tem a missão de ensinar valores aos seus alunos e que, ensinar valores é essencial para suas vidas, indagamos: quais os valores que ele deve trabalhar? São tantos que até fica difícil listá-los um a um! É bom lembrar que não existem valores de primeira, segunda ou terceira linha. Todos são, igualmente, necessários... Quase todos poderiam ser abordados se fossem tratados nas diversas disciplinas inseridas na organização curricular da escola!
Seria também factível de se concretizar se fossem trabalhados ao longo das séries nos ensinos fundamental e médio! Eis aqui um verdadeiro desafio à reflexão!
Hoje, mais do que em qualquer outra época, a sociedade está a reclamar pelos valores humanos. A carência é total e a cada dia vai se tornando ainda mais complexa!
Resgatar valores é a grande meta a ser conquistada e que está sendo proposto às escolas- agenciadoras da educação!
"Muito das causas que afligem a humanidade está na negação dos valores que são fundamentos morais e espirituais da consciência."
"A vivência dos valores alicerça o caráter e reflete-se na conduta como uma conquista espiritual da personalidade."
Vivemos numa era violenta. Estamos sofrendo violências, cada vez maiores e com mais constância. A violência entra em nossas casas, arruina a nossa vida, muda os nossos costumes e valores, transforma as famílias, repercutindo na separação dos cônjuges e na dispersão dos filhos que nada têm a ver com esses egoismos inconsequentes e fatídicos, altera o nosso comportamento que nem sequer pode se igualar ao comportamento de animais não racionais!
"A violência é um sinal. É o sintoma de uma sociedade falida que não criou apreço pelos valores e acabou formando adultos sem referências de cidadania e de respeito ao próximo."
"A violência é a marca de uma sociedade excludente (que exclui em todos os sentidos, até afetivos)."
O individualismo impera em toda parte. O grande desafio, hoje, é: Resgate dos valores adormecidos e esquecidos pelos seres humanos que somos!
A sociedade está a clamar porque está passando por uma profunda crise ética e moral; porque a prática dos valores humanos foi esquecida...
Resgatando valores! é o apelo que dirigimos às escolas antes que elas, também, sucumbam!
Alguém afirmou jocosamente: "Desculpe a franqueza, mas Feedback é um termo afrescalhado em inglês, que algum tonto desocupado começou a usar e outro tanto de tontos começaram a copiar..."
Feedback é uma forma de comunicação. É um instrumento, ou espécie de ferramenta, que nos auxilia a entender como a nossa atuação, ao prestarmos algum serviço, está afetando a outras pessoas.
É a capacidade de dar e receber opiniões, críticas e sujestões sobre o que estamos oferecendo aos nossos clientes imediatos.
Existem muitos métodos e maneiras para descobrir o que os clientes pensam ou sentem sobre os serviços que lhes prestamos, mas é através do feedback que podemos identificar essas necessidades, ou melhor, quais são os seus questionamentos.
Precisamos saber não apenas o que estamos fazendo de modo ineficaz como o que realizamos com eficiência.
O feedback eficaz nos ajuda a melhorar o nosso desempenho para que alcancemos os objetivos que almejamos. Trata-se de um processo que promove mudanças de atitudes, comportamentos e pensamentos.
O título que encima este texto é bastante sujestivo: Feedback - importante aliado da Educação.
Em nossas escolas estamos usando o feedback como ferramenta indispensável para o êxito de nossas ações e dos objetivos que desejamos alcançar? Como está a qualidade dos serviços educacionais que estamos prestando aos alunos, a seus responsáveis diretos e à comunidade em geral?
Lidar com pessoas é a parte mais difícil a ser enfrentado em qualquer empreendimento ou relacionamento.
A escola é uma instituição cujo objetivo primordial é educar. Ela presta serviços educacionais a pessoas. Sua tarefa é, portanto, complexa e, como tal, está sujeita a críticas e reclamações de toda sorte. Como instituição educadora deve fazer a sua parte dando satisfação a quantos questionamentos lhe são exigidos.
Não é fácil lidar com reclamações... A reclamação é uma declaração de expectativas não satisfeitas.
Em determinados momentos do quotidiano de uma escola, vez por outra, o funcionário se depara com um telefonema às vezes considerado insolente, logo ao iniciar as atividades do dia: um pai, de forma contundente e com voz alterada, liga reclamando de algo que o deixou insatisfeito. Em um primeiro momento o funcionário pensou "comecei o dia mal e com o pé esquerdo."
Na verdade aquela reclamação, que nos pareceu insólita, foi a chance que ele nos proporcionou para repararmos a nossa ineficiência revertendo uma situação inadequada, para os nossos propósitos como educadores, contribuindo para um melhor relacionamento futuro. As reclamações de pais e alunos são como termômetro que nos auxilia a reavaliar os serviços prestados e a saber que algo não está certo e precisa ser melhorado.
Eis, portanto, o grande aliado da educação - o feedback. As informações transmitidas, na forma de crítica, sejam construtivas ou negativas, são valiosíssimas para uma tomada de decisão. Ao fazê-las, pais e alunos nos informam o que eles esperam da escola nos dando a chance para satisfazê-los.
Os clientes, algumas vezes, ficam nervosos e até são grosseiros quando falam, mas, se entendermos que isso é perfeitamente natural constataremos que as suas expectativas do nosso serviço eram melhores e que a escola não está correspondendo à altura do que esperavam.
Melhorando as suas ações a escola não ficará à mercê da concorrência, terá uma equipe eficiente e alunos ávidos por uma educação de qualidade.
O problema da inclusão social é assunto bastante relevante que precisa ser tratado com carinho e muita sensibiliadade, especialmente,por educadores comprometidos e compromissados com a educação.
As instituições educacionais jamais deveriam se omitir, diante de tamanha importância e responsabilidade. Deveriam, sim, incluí-la nos seus Projetos Políticos Pedagógicos, em seus currículos, programas e ações.
A Secretaria de Educação Especial (MEC) assim se posicionou sobre o tema em apreço:
"O Ministério da Educação, comprometido com a política de inclusão educacional dos alunos com necessidades educacionais especiais implementa ações para a garantia do direito ao acesso à educação nas escolas da sua comunidade.
São objetivos da educação inclusiva:
- promover a participação e aprendizagem de todos os alunos no ensino regular;
- garantir o atendimento às necessidades educacionais especiais;
- assegurar condições de acessibilidade aos espaços e ao currículo;
- formar educadores para o desenvolvimento de práticas educacionais inclusivas;
- sensibilizar a comunidade para o direito de todos à educação.
Nessa perspectiva, a educação especial é definida como modalidade transversal que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, entendida como proposta pedagógica que organiza recursos e serviços educacionais para apoiar a escolarização dos alunos com necessidades educacionais especiais e realizar o atendimento educacional especializado..."
Caro internauta, você que é um educador, em toda a expressão do termo, já se posicionou também sobre este assunto de extrema necessidade? A sua escola mantém a inclusão social como fator preponderante de ação educacional? Qual é a sua opinião sobre este assunto?
Gostaria de me aprofundar mais, pois o assunto me empolga bastante! Aguardo a sua contribuição...
Nesta seção publicaremos as contribuições dos internautas que desejarem participar deste BLOG enviando-nos suas piadas, gracejos e os entretenimentos que permeiam o MUNDO DA EDUCAÇÃO, assim como, os que interajam com os nossos objetivos.
A primeira, que hoje encabeça este espaço, lemos na internet. É novidade para você? Espero que seja, entretanto, se conhece o site melhor ainda, pois, desejo que fique registrado aqui. A sua informação será útil para nós. Agradeço.
'O LÁPIS
Na escola, o menino reclama:
- Professora, eu não tem lápis.
- Não é assim que se fala -corrige a professora!
O correto é
Eu não tenho lápis
Tú não tens lápis
Êle não tem lápis
Nós não temos lápis
Vós não tendes lápis
Êles não têm lápis
Entendeu Luquinha?
O menino, confuso, perguntou:
- Mas... onde é que foram parar todos esses lápis, professora?!"
Aqui neste espaço, elaboramos com carinho, importante acervo de notícias, informações e curiosidades que enriquecerão ainda mais, os conhecimentos que já possuimos sobre a Educação e o Ensino no Brasil.