Este recurso, usado como prática escolar na maioria das escolas, é muito importante para a fixação do ensino que é ministrado, pelo professor, na sala de aula. Para que contribua a uma melhor aprendizagem é preciso que seja utilizado com muita responsabilidade pelos atores em ação: professor-aluno-família.
O professor tem o dever de exigir, do aluno, uma resposta ao ensino que ministrou, valendo-se de um conteúdo prático, objetivo e, porque não dizer, responsável. Exigí-lo de forma dissociada do que ensinou nada contribuirá para o sucesso do seu trabalho e do aluno como aprendiz.
O aluno tem que mostrar interesse e gosto por esse tipo de estudo. Deve fazer as tarefas que lhe foram exigidas com satisfação e desejo de aprender. Muitos o fazem de maneira apressada, apenas para cumprir a sua obrigação. O resultado é previsível!
A família, especificamente, pai e mãe, precisa enganjar-se nesse processo. Muitos acham que a tarefa de cobrar esse estudo cabe à escola e por isso não participam. É necessário o seu envolvimento em todos os sentidos quer cobrando ao filho esse dever, quer orientando para que se faça de forma correta. Não devem substituir o filho fazendo as tarefas que a ele cabe fazer...
A seguir destacamos algumas dicas para o professor orientar o trabalho com alunos e pais, com relação às tarefas escolares. Poderão ajudar como reforço a essa ferramenta do ensino:
"Dicas e Orientações para os Alunos
Organização e Execução das Tarefas
1.Anote sempre as tarefas solicitadas pelo professor na agenda ou caderno.
2.Procure fazê-la com muita atenção e dedicação, pois a tarefa é a melhor forma de fixar os conteúdos aprendidos.
3.Toda vez que tiver tarefa faça-a no mesmo dia, não espere a véspera ou o dia da próxima aula para executá-la, evitando acúmulos e facilitando a fixação do conteúdo dado.
4.Fique sempre atento no horário de aula porque assim você irá se organizar melhor e não esquecerá de fazer a tarefa.
5.No caso de faltar às aulas, entre em contato com os colegas a fim de tomar conhecimento do conteúdo perdido e das tarefas solicitadas pelo professor. Caso a escola onde você estude tenha serviço on line acesse a internet.
Na escola, na sala de aula...
Como aproveitar melhor as aulas
1.O segredo do sucesso é a vontade, o desejo de fazer da aula um momento muito gostoso e interessante. Se envolva nas aulas, participando e executando todas as atividades solicitadas pelo professor.
2.Aproveite sempre os conceitos antigos para construir o novo. Muitas vezes o que o professor está explicando em sala de aula você já ouviu falar ou leu alguma coisa sobre o assunto em algum lugar; faça essa relação com o conteúdo e com isso enriquecerá seu aprendizado.
3.Fique muito atento no diálogo do professor, em sua explicação, uma aula bem aproveitada representa muito menos tempo de estudo para um resultado muito mais eficiente.
4.Questione sempre, pergunte; faça de cada resposta o estímulo para nova pergunta. Não se intimide com os colegas, se preferir, após a explicação chame o professor até sua carteira para que ele possa tirar suas dúvidas.
5.Procure em casa rever, de maneira resumida, as aulas dadas em sala. Você dará uma “aula” para você mesmo sobre os assuntos mais importantes das aulas recebidas.
6.Agora vamos colocar tudo isso em prática. Acredite em você.
Orientações para os Pais
É fundamental que a família acompanhe seus filhos quanto ao cumprimento dos deveres e obrigações, em alguns momentos eles precisarão do auxílio dos pais na execução da tarefa e é necessário que essa ajuda seja dada (mas não podemos esquecer que ajudar não significa fazer por eles).
Sabemos que hoje a grande maioria dos pais trabalha e só irão ter contato com os filhos no final do dia, mas apesar do cansaço e algumas vezes do aborrecimento no trabalho, nós pais precisamos acompanhar de perto a vida escolar de nossos filhos, procurando saber como foi o dia na escola e verificando se os mesmos fizeram todas as atividades propostas pelos professores."
Dicas formuladas pelas Pedagogas: Elisete Oliveira Santos Baruel e Sheila Cristina de Almeida e Silva Machado.
Além de superstições e crendices, o folclore brasileiro é rico em lendas e mitos sobre personagens sobrenaturais - entidades malvadas ou benfazejas que interferem na vida dos mortais - Essas histórias têm origens em mitos indígenas ou das tribos africanas que foram escravizadas e trazidas para cá. Mas elas estão mescladas, em muitos casos, com mitos que os portugueses trouxeram da Europa: nesse sentido, valores cristãos podem ser percebidos em algumas das lendas que apresentamos a seguir.
Mula-sem-cabeça
Diz a lenda que a Mula-sem-cabeça aparece em noites escuras, de quinta para sexta feira, rodeando as igrejas. Se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela também aparecerá. Dizem que é uma mulher que foi amaldiçoada por ter namorado um padre. Quando surge galopando e relinchando, a mula-sem-cabeça percorre sete povoados, e se encontrar alguém, chupa seus olhos, unhas e dedos.
Às vezes, parece chorar como uma pessoa. Ao ver a Mula-sem-cabeça, a deve-se deitar de bruços no chão e esconder as mãos e o rosto para não ser atacado. Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e ela voltará a ser gente.
Mesmo sem cabeça, ela solta fogo pelas ventas
Boitatá
O boitatá é um dos primeiros mitos do folclore brasileiro e foi documentado pela primeira vez em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, de 1560. Trata-se de uma cobra de fogo que é cega durante o dia, mas, à noite, vê tudo e protege as matas e os animais, perseguindo aqueles que desrespeitam a natureza.
Dizem que sobreviveu ao dilúvio que cobriu a terra, escondendo-se em um buraco. "Boitatá" vem do tupi, língua em que "mboi" quer dizer cobra e "tatá", fogo. Em algumas regiões do Nordeste, o monstro é conhecido como "Cumadre Fulôzinha" e é concebido como um espírito ruim que, por onde passa, ateia fogo. Já outros dizem que ele protege as matas contra incêndios.
Boto
A lenda do boto surgiu na região amazônica, em cujos rios se pode encontrar essa espécie característica de golfinhos (cujo nome científico é Inia geofrensis). As lendas em torno desse mamífero fluvial certamente surgiram em função de sua grande inteligência, confundida com esperteza ou malandragem. Nessas histórias, o boto se transforma num jovem bonito e charmoso que conquista as mulheres em bailes e festas. Só que, depois de engravidá-las, ele mergulha nas águas do rio e se transforma em boto novamente.
Lobisomem
Esse é um mito universal, conhecido desde a Grécia antiga. Alguns dizem que se trata de um homem que foi atacado por um lobo e não morreu. Contaminada pelas presas do animal, a vítima se transforma em lobo nas noites de lua cheia. Outros acreditam que o lobisomem é o sétimo filho de uma mulher que, anteriormente, só teve filhas. Outros ainda dizem que o lobisomem é o filho ilegítimo que uma mulher e um padre geraram.
Quando criança, o lobisomem é um menino magrinho, pálido, com as orelhas compridas. Ao completar 13 anos, as transformações começam a acontecer, nas noites de terça ou sexta-feira. Ele sai à noite e vai até uma encruzilhada, onde vira uma mistura de homem e lobo e uiva para a lua. Nessa noite, ele tem de visitar sete locais da região: sete igrejas, sete vilas e sete encruzilhadas. Por onde passa, assusta os cachorros e apaga as luzes das ruas e das casas.
Para se proteger do lobisomem a pessoa deve rezar três Ave-Marias. As lendas brasileiras não mencionam as balas de prata tão comuns nos filmes de terror americanos. Para quebrar o encanto, é preciso bater forte na cabeça do monstro. Antes de o galo cantar, porém, o lobisomem volta ao lugar de onde partiu e se transforma outra vez em homem.
Saci-Pererê
A lenda do Saci data do fim do século 18 e seu nome é de origem tupi-guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão, enquanto que em outras ele é visto como uma criatura do mal. Sua figura é bem conhecida: um menino negro de uma perna só, que fuma cachimbo e usa um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer quando quiser. Gosta de travessuras e se diverte espantando cavalos, ou trançando-lhes a crina, queimando a comida e acordando as pessoas com gargalhadas.
Também gosta de esconder brinquedos e derramar sal nas cozinhas. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por um saci, deve jogar cordas com nós em seu caminho, pois ele vai parar para desatar os nós. Dizem que os sacis viajam no interior de redemoinhos de vento. Se alguém jogar no redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir tomar sua carapuça, realizará um desejo.
O Negrinho do Pastoreio
O Negrinho do Pastoreio é uma lenda popular no sul do Brasil, desde o final do século 19. Nos tempos da escravidão, havia um fazendeiro malvado, que num dia frio mandou um menino negro pastorear os cavalos recém-comprados. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Com um chicote, deu uma surra no menino, que ficou sangrando. O patrão ainda disse: ''Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece''. O menino foi à procura do animal e o encontrou pastando. Quando conseguiu laçá-lo, a corda se partiu e o cavalo fugiu. De volta à estância, o patrão espancou o garoto novamente e o amarrou, nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o menino, encontrou-o de pé, com a pele lisa, sem as marcas das chicotadas. Ao lado dele, estava Nossa Senhora, e mais adiante o cavalo baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho despareceu.
Curupira
O Curupira, ou Caipora, é um anão forte, de cabelos vermelhos e dentes verdes. Os índios o chamavam de Caiçara, o protetor das árvores e dos animais, que defende a natureza e pune os caçadores que matam por prazer. Ninguém consegue capturar o caipora, que tem os pés voltados para trás para deixar rastros que desorientam seus perseguidores. Quem quiser agradá-lo, ao entrar na mata, deve levar um rolo de fumo. Os índios deixam nas clareiras, como presente, penas e esteiras. Entretanto, diz a tradição que, quem consegue vê-lo, perde o rumo e não consegue deixar a floresta.
Para atrair suas vítimas, o Curupira imita a voz humana. É também chamado de Pai ou Mãe-do-Mato. Para os índios guaranis ele é o demônio da floresta. Às vezes, é visto montando um porco do mato. Antigamente, quando alguém desaparecia nas matas, muita gente acreditava que se tratasse de obra do curupira. Uma carta do Padre Anchieta, datada de 1560, dizia: "Aqui há certos demônios, a que os índios chamam Curupira, que os atacam muitas vezes no mato, dando-lhes açoites e ferindo-os bastante".
Riscado que se faz no chão para o jogo de amarelinha
Alguns brinquedos, jogos e brincadeiras tradicionais entre as crianças brasileiras têm origens surpreendentes. Vêm tanto dos povos que deram origem à nossa civilização (o índio, o branco, o negro), como até mesmo do longínquo Oriente.
Atualmente, no mundo cada vez mais urbanizado, industrializado e informatizado, a tendência é que muitas das brincadeiras tradicionais percam espaço nas preferências infantis. Mesmo assim, jogos e brinquedos como como a peteca, a amarelinha, a ciranda, a pipa e a cama de gato têm valor cultural inestimável, e o lugar dessas brincadeiras no folclore já está garantido.
Peteca
Quando os portugueses chegaram no Brasil, encontraram os índios brincando com uma trouxinha de folhas cheia de pequenas pedras, amarrada a uma espiga de milho, que chamavam de Pe´teka, que em tupi significa "bater". A brincadeira foi passando de geração em geração e, no século 20, o jogo de peteca tornou-se um esporte, com regras e torneios oficiais.
Amarelinha
Essa brincadeira tão tradicional entre as crianças brasileiras também é chamada de maré, sapata, avião, academia, macaca etc. A amarelinha tradicional é desenhada no chão com giz e tem o formato de uma cruz, com um semicírculo em uma das pontas, onde está a palavra céu, lua ou cabeça. Depois vem a casa do inferno (ou pescoço) e a área de descanso, chamada de braços (ou asas), onde é permitido equilibrar-se sobre os dois pés. Por último, a área do corpo (ou quadrado).
Cama-de-gato
A cama-de-gato é uma brincadeira com barbante. Consiste em trançar um cordão entre os dedos das duas mãos e ir alterando as figuras formadas. Provavelmente de origem asiática, a brincadeira é praticada em diversas partes do mundo. Uma versão mais moderna é trançar um elástico com as pernas.
Cinco Marias
Também chamada de três Marias, jogo do osso, onente, bato, arriós, telhos, chocos, nécara etc. O jogo, de origem pré-histórica, pode ser praticado de diversas maneiras. Uma delas é lançar uma pedra para o alto e, antes que ela caia no chão, pegar outra peça. Depois tentar pegar duas, três, ou mais, ficando com todas as peças na mão. Na antiguidade, os reis praticavam com pepitas de ouro, pedras preciosas, marfim ou âmbar. No Brasil, costuma ser jogado com pedrinhas, sementes ou caroços de frutas, ossos ou saquinhos de pano cheios de areia.
Pipa
Pipa, papagaio, arraia, raia, quadrado, pandorga... As pipas apareceram na China, mil anos antes de Cristo, como forma de sinalização. Sua cor, desenho ou movimento poderia enviar mensagens entre os campos. Os chineses eram peritos em construir pipas enormes e leves. Da China elas foram para o Japão, para a Índia e depois para a Europa. Chegaram no Brasil trazidas pelos portugueses. Os tipos de pipa mais conhecidos são o de três varas, o de cruzeta e o de caixa. Para confecciona-las bastam algumas folhas de papel, varinhas e linha.
Ciranda
A famosa dança infantil, de roda, conhecida em todo o Brasil, teve origem em Portugal, onde era um bailado de adultos. O Semelhante a ela é o fandango, baile rural praticado até meados do século XX no interior do Rio de Janeiro (Parati) e São Paulo, em que homens e mulheres formavam rodas concêntricas, homens por dentro e mulheres por fora. Os versos que abrem a ciranda infantil são conhecidíssimos ainda hoje: "Ciranda, cirandinha/ Vamos todos cirandar/ Vamos dar a meia volta/ Volta e meia vamos dar". De resto, há variações regionais que os complementam como "O anel que tu me deste/ Era vidro e se quebrou./ O amor que tu me tinhas/ Era pouco e se acabou".
"Que ninguém fale de prudência ninguém fale de esperar. Há palavras que estão gastas (que me gastam) Ponderação me pedem. Exigem que me cale mas bebem do meu vinho meus campos devastam à resignação chamam virtude juventude à indignação com seus conselhos me enfastiam com seus prémios me castigam. Se digo não me dizem sim se digo sim me dizem não calar-me é doloroso mais ainda me é falar pois o silêncio é uma traição mas há palavras que me gastam há um falar que não é dizer há um tempo que se gasta. Ah não me peçam para esperar que de esperar eu desespero e a esperança já não basta que já não posso já não posso suportar nem os velhos que me falam da virtude nem os novos que começam a ser velhos. E se a revolta (dizem) é juventude eu vos digo que há um tempo de acabar com este tempo que se gasta e que nos gasta. Altas são as montanhas. E as águas do mar são vastas. Partir ou não partir. De qualquer modo ousar. Pois o tempo é de agir. E as palavras estão gastas."
Choque dos continentes oxigenou o planeta, diz grupo
"Science"
No Arizona, duna é da época do supercontinente Pangea
A culpa de a Terra ser como ela é hoje, cheia de vida, é do choque dos continentes e, também, da proliferação das cianobactérias (algas azuis).
A tese, que não deixa de ser polêmica, está na edição de hoje da "Nature Geology".
A Terra, em sua história, teve vários supercontinentes. Um dos mais famosos, o Pangea. Em toda essa movimentação, o choque entre as placas fez aparecer várias montanhas, como o recente Himalaia, por exemplo.
A erosão das cadeias montanhosas, diz um grupo australiano, da Universidade Nacional, carregou muitos nutrientes para o mar.
Na água, o alimento em abundância fez proliferar as algas azuis, organismos que produzem oxigênio.
O nível do gás vital, segundo as medições, começou a subir há 2,5 bilhões de anos.
Diz o estudo, que outro processo ocorreu em paralelo ao choque. A quantidade de carbono orgânico depositada no fundo do mar também subiu. Assim, caiu a formação de dióxido de carbono e o oxigênio ficou mais livre.
"Comunicamos com pesar o falecimento aos 103 anos do sr. JOSÉ FLÁVIO DE OLIVEIRA, tido como o Filatelistamais antigo do Brasil. Conhecido por todos do meio filatélico como sr.OLIVEIRA, o mesmo foi um grande colaboradornos serviços de filatelia do Espírito Santo e do Brasil e foi criador de vários selos brasileiros.
O velório está sendo feito no cemitério Santo Antônio onde também, às 16h será feito o sepultamento.
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DOS CORREIOS/ES"
FUI SURPREENDIDO, NESTE MOMENTO, COM A NOTÍCIA ACIMA, QUE UM AMIGO ME ENVIOU. "SEU OLIVEIRA", COMO TODOS O CHAMÁVAMOS, NOS ENCONTROS DE FILATELIA, ERA UM ÍCONE, UM MODELO DE PESSOA ÍNTEGRA, UM GRANDE COMPANHEIRO !!! A SUA MEMÓRIA É ETERNA POIS NÃO A ESQUECEREMOS JAMAIS. QUE PENA QUE A SUA VIDA CHEGOU AO FIM NESTE MUNDO DOS VIVENTES... ERA O TIPO DE SER QUE MERECIA SE PERPETUAR ENTRE NÓS... QUE DEUS O TENHA, BEM PERTINHO DE SI. ADEUS SR. OLIVEIRA !!!
O Império Romano é dividido em dois, Ocidental e Oriental.
Após a morte de Teodósio 1°, em 395, houve a divisão final do Império Romano, que foi repartido entre seus dois filhos. Arcádio passou a governar como Imperador do Oriente, em Constantinopla, e Honório tornou-se governador do Ocidente, primeiro tendo a capital em Milão e mais tarde em Ravena.
. 400
FILOSOFIA
Agostinho publica confissões.
DEMOGRAFIA
População mundial continua estável, em torno de 190 milhões.
. 410
GUERRA
Visigodos saqueiam Roma.
. 434
POLÍTICA
Átila torna-se o rei dos Hunos.
Também conhecido pelos cristãos como o "flagelo de deus", Átila representou uma séria ameaça militar ao Império Romano, tanto o Ocidental como o Oriental. O objetivo de Átila era impedir que os hunos, povo de orígem mongol que chegou à Europa em 372, estabelecendo-se na região onde está a Hungria, caíssem no domínio do Império Romano, além de exigir terras e tributos. Átila morreu em 453, na sua noite de núpcias por causas desconhecidas.
. 476
POLÍTICA
Deposição de Rômulo marca o fim do Império Romano.
O Império Romano Ocidental chegou ao fim após seu último imperador, Rômulo Augusto, ser deposto por mercenários germânicos, na cidade de Ravena. O evento é tradicionalmente reconhecido como o fim da Idade Antiga e o começo da Idade Média.
Começa a Idade Média.
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POLÍTICA
Clóvis, rei dos francos, dá início ao reino Merovíngio.
Clóvis 1°, fundador da dinastia Merovíngia (476-751), reino localizado na Gália, é reconhecido como o criador da França. Ele unificou os francos e em doze anos conquistou todo o norte da Gália. Em 498, ele se converteu ao cristianismo e estabeleceu sua capital em París.
. 500
POLÍTICA
Os bretões, sob a liderança do legendário rei Artur, derrotam os saxões, retardando o avanço destes sobre a Bretanha.
DEMOGRAFIA
População mundial em torno de 195 milhões.
Vide o site e fontes: www,uol.com.br - Biblioteca linha do tempo/UOL