De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê cnocseguee anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa ltrea szoinha, mas a plravaa cmoo um tdoo. Lgeal, não é msemo?
Por mais que seja difícil tratar do assunto Amor, dada sua abrangência e multifacetamento, acabamos voltando a ele, ponto central de nossa vida e de todo trabalho interno de lucidez e fortalecimento.
Pensar em um processo educacional através do Amor, é criar recursos para desenvolver o entendimento e a prática sobre a maior instrução de Jesus, a respeito do nosso relacionamento conosco e com os outros: amar ao próximo como a si mesmo.
A base dos raciocínios, para um bom entendimento dessa instrução, está no fato de que amamos outrem na conformidade de como e quanto amamos a nós mesmos.
Em cada um está o seu laboratório particular, a fonte e o campo de experiências necessárias ao aprendizado pessoal sobre o Amor. E a Vida se encarrega de nos provar que sem amor por nós próprios, sem essa experiência, esse viver, não conseguimos, verdadeiramente, amar alguém, pois não o vemos na sua verdadeira característica e dimensão. E também porque confundimos amar com gostar, desejar, possuir, apoiar-se, obter prestígio, dar proteção, ter companhia, ser útil, enfim, com muitas sensações e situações.
Mas Jesus, o modelo de Homem, estabelece como centro de suas instruções o Amor. E passa o tempo todo exemplificando e demonstrando que a vida observada e entendida através do Amor e de sua prática é mais bela e significativa, facilitando-nos as condições de melhorarmos os relacionamentos e a convivência conosco mesmo.
Se pudéssemos abstrair todas as interpretações, conceitos, entendimentos e condicionamentos que foram sendo feitos, no decorrer do tempo, sobre o pensamento de Jesus e penetrássemos em seu âmago, certamente poderíamos saber o quanto temos nos limitado, equivocado e atrapalhado, ante a amplidão da libertação que o Mestre nos propôs... Mas tudo tem seu tempo certo de maturação e vamos chegando à verdade. Por exemplo, já sabemos que amar não é dizer sim para tudo, "passar a mão na cabeça", fazer pelo outro, ser "cego", "surdo" e "mudo" às situações, para não desagradar alguém, partilhar segredos, ser conivente, abandonar-se e fazer tudo por alguém, justificar erros, ser bonzinho, obedecer, ter vínculo sexual, sacrificar-se...
Aprendendo a amar, ao vermos um erro, não mais pensaremos mal e nem criaremos justificativas, mas entenderemos que o ato representa o nível evolutivo de quem o pratica, e suas verdadeiras condições, nesse momento da vida. Porque, sendo multifacetados os aspectos da nossa personalidade, em uns somos o terreno fértil da parábola do Semeador, noutros somos o terreno pedregoso, o de espinheiros e a terra árida.
O fundamental é que Jesus se propôs a nos ensinar a amar. Isso significa que amor se aprende! E essa conclusão opõe-se ao "inconsciente coletivo" predominante, segundo o qual já se nasce sabendo amar. E mais, esse saber é exigido e cobrado, sempre segundo os valores e padrões de alguém.
Pela palavra de Jesus e pelas experiências pessoais, fica claro que o Amor precisa ser aprendido, sendo bom querermos fazer esse aprendizado, se temos objetivos de diminuir as dores e crescer interiormente.
Uma das formas mais comuns de descobrirmos que precisamos aprender a amar é o sofrimento e a dor que vem da falta de receber amor. Nessa situação acabamos por descobrir que, afinal de contas, não estávamos sabendo distinguir direito, não discernimos bem e, principalmente, não nos amamos.
Não se amar é percebido pelo tanto de desrespeito, descuido, abandono e descompromissamento consigo mesmo; por esperar, dos outros, atenção, consideração, cuidados; pelo quanto permitimos que nos dominem, determinem nossos atos e pensamentos e pela fraqueza íntima, tornando-nos dependentes e fragilizáveis.
Um belo e renovador caminho é o do aprender a se amar, experiência que nada, nada tem a ver com egoísmo, pois o egoísta não se ama, mas exige o amor do outro, usando de artifícios, como: fazer-se de vítima, de coitadinho, sendo autoritário, usando de violência e insuflando o medo.
Para aprendermos a amar, afora a observação atenta a tudo e a todos, sempre aplicando os melhores sentimentos, há a possibilidade de fazermos estudos com os Espíritos mais elevados, nas escolas de Amor. Ou seja, fora do corpo, durante o sono, que tal buscarmos os Espíritos especializados nesse assunto, que podem nos ensinar exercícios e treinamentos que nos ajudem a desenvolver essa capacitação?
"Ainda que eu fale a língua dos Homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência, e tenha fé tamanha, a ponto de transportar os montes, se não tiver amor, nada serei...."
A nossa missão de pais é educar com amor e para o amor.
Vamos transcrever abaixo, trechos de Conferências de Paul-Engëne Charbonneau, pronunciadas na "Escola de Pais do Brasil". Pedimos aos pais que leiam e discutam sobre o assunto. Não queremos impor idéias, mas sim levantar certos questionamentos para a felicidade de seus filhos.
"Freqüentemente reduz-se o problema da educação ao da instrução.Colocam o jovem no colégio, acompanham de perto ou de longe seus sucessos ou insucessos escolares, castigam-no, encorajam-no, e pronto ! Mas, é preciso notar que instruir um homem não é formá-lo. Que a instrução seja necessária, ninguém hoje nem sonha negá-lo. Mas é necessário desconhecer completamente a realidade humana para pensar que ela seja suficiente. "Além da vida da inteligência, dizia Mounier, existe a vida do amor". Esta verdade é por demais evidente para que não se deixe de perguntar no momento em que se medita sobre o futuro dum adolescente, e sobre seu presente, como prepará-lo para viver o amor".
"Nós vivemos num mundo , numa situação materializada - é o mundo do ter. Todos querem ter coisas, todos querem ter felicidade, e felicidade não é coisa que se tenha, não se tem felicidade. Pode-se ser feliz. Não se pode apanhar a felicidade, ela não é comprada, não é coisa fabricada".
"Existem pessoas que são incapazes de amar porque têm tudo. São as mais infelizes, porque são incapazes de ser feliz; pela simples razão de terem tudo, criam uma mentalidade que os leva a pensar que basta ter dinheiro para se realizarem em todos os campos. Mas acontece que na vida pode-se comprar quase tudo, exceto duas coisas: inteligência e amor. Nenhuma dessas se compra num balcão; não basta dizer que se ama para ser feliz".
"O que é preciso desde logo é aprender a ser, para no futuro capacitar-se a ser feliz no amor.Preparar-se para o amor é preparar-se para ser. É justamente na juventude que se define o vir-a-ser de cada um e se estabelecem as diretrizes gerais, ampliando a dimensão pessoal e preparando cada um para amar".
Amar o filho é colocá-lo dentro dos problemas da família, cooperando para a sua solução, a ajuda mútua nas atividades domésticas, a compreensão das dificuldades financeiras, etc., são meios que formam os nossos filhos. A participação dos pais nas atividades dos filhos, nos esportes, na escola, nas explicações das lições de casa, nas conversas vendo televisão, etc, são meios que ajudam a formar uma consciência crítica e dar maturidade.
Amar o filho é contrariar muitas vezes, é ensinar o certo é dar as condições para que ele tenha uma vida futura saudável, quer como profissional quer como cidadão, que vive em uma comunidade e tem interação com as pessoas. Viver em sociedade se aprende em casa com os pais, respeitando o outro, sabendo viver e conviver com as diferenças pessoais.
Como pais, é nossa obrigação contribuir para uma boa formação integral de nossos filhos.
Talhado para as grandezas, Pra crescer, criar, subir, O Novo Mundo nos músculos Sente a seiva do porvir. — Estatuário de colossos — Cansado doutros esboços Disse um dia Jeová: "Vai, Colombo, abre a cortina "Da minha eterna oficina... "Tira a América de lá".
Molhado inda do dilúvio, Qual Tritão descomunal, O continente desperta No concerto universal. Dos oceanos em tropa Um — traz-lhe as artes da Europa, Outro — as bagas de Ceilão... E os Andes petrificados, Como braços levantados, Lhe apontam para a amplidão.
Olhando em torno então brada: "Tudo marcha!... Ó grande Deus! As cataratas — pra terra, As estrelas — para os céus Lá, do pólo sobre as plagas, O seu rebanho de vagas Vai o mar apascentar... Eu quero marchar com os ventos, Com os mundos... co'os firmamentos!!!" E Deus responde — "Marchar!"
"Marchar! ... Mas como?... Da Grécia Nos dóricos Partenons A mil deuses levantando Mil marmóreos Panteons?... Marchar co'a espada de Roma — Leoa de ruiva coma De presa enorme no chão, Saciando o ódio profundo. . . — Com as garras nas mãos do mundo,
— Com os dentes no coração?... "Marchar!... Mas como a Alemanha Na tirania feudal, Levantando uma montanha Em cada uma catedral?... Não!... Nem templos feitos de ossos, Nem gládios a cavar fossos São degraus do progredir... Lá brada César morrendo: "No pugilato tremendo "Quem sempre vence é o porvir!"
Filhos do sec’lo das luzes! Filhos da Grande nação! Quando ante Deus vos mostrardes, Tereis um livro na mão: O livro — esse audaz guerreiro Que conquista o mundo inteiro Sem nunca ter Waterloo... Eólo de pensamentos, Que abrira a gruta dos ventos Donde a Igualdade voou...
Por uma fatalidade Dessas que descem de além, O sec'lo, que viu Colombo, Viu Guttenberg também. Quando no tosco estaleiro Da Alemanha o velho obreiro A ave da imprensa gerou... O Genovês salta os mares... Busca um ninho entre os palmares E a pátria da imprensa achou...
Por isso na impaciência Desta sede de saber, Como as aves do deserto As almas buscam beber... Oh! Bendito o que semeia Livros... livros à mão cheia... E manda o povo pensar! O livro caindo n'alma É germe — que faz a palma, É chuva — que faz o mar.
Vós, que o templo das idéias Largo — abris às multidões, Pra o batismo luminoso Das grandes revoluções, Agora que o trem de ferro Acorda o tigre no cerro E espanta os caboclos nus, Fazei desse "rei dos ventos" — Ginete dos pensamentos, — Arauto da grande luz! ...
Bravo! a quem salva o futuro Fecundando a multidão! ... Num poema amortalhada Nunca morre uma nação. Como Goethe moribundo Brada "Luz!" o Novo Mundo Num brado de Briaréu... Luz! pois, no vale e na serra... Que, se a luz rola na terra, Deus colhe gênios no céu!...
Os professores estão sempre se perguntando sobre o que devem fazer para que os alunos realmente aprendam.
Segundo o dicionário Silveira Bueno, motivação quer dizer exposição de motivos ou causas; animação; entusiasmo. Através dessas definições, pode-se constatar que estar motivado é estar animado, entusiasmado. Para isso, é necessário ter motivos para se chegar a esse estado.
Qualquer coisa que se faça na vida, é necessário primeiro a vontade de realizá-la, senão nada acontece. Isso também ocorre na educação. Educação requer Ação e como resultado dessa ação, há o APRENDIZADO. Mas para que se realize a ação e esta resulte no aprendizado é necessário, inicialmente, que haja a VONTADE, nesse caso, a vontade de aprender. O professor deve descobrir estratégias, recursos para fazer com que o aluno queira aprender, em outras palavras, deve fornecer estímulos para que o aluno se sinta motivado a aprender. Como por exemplo:
Dar tratamento igual a todos os alunos;
Aproveitar as vivências que o aluno já tem e traz para a escola no momento de montar o currículo, incluir temas que tenham relação, isto é, estejam ligados à realidade do aluno, a sua história de vida, respeitando a sua vida social, familiar;
Mostrar-se disponível para o aluno, ou seja, mostrar que ele pode contar sempre com o professor;
Ser paciente e compreensivo com o aluno;
Procurar elevar a auto-estima do aluno, respeitando-o e valorizando-o;
Utilizar métodos e estratégias variadas e propostas de atividades desafiadoras;
Mostrar-se aberto e afetivo para e com o aluno;
“Acolher” realmente o aluno;
Dar carinho e limites na medida certa e no momento adequado;
Manter sempre um bom relacionamento com o aluno, e consequentemente, um clima de harmonia;
Fazer de cada aula um momento de real reflexão;
Ter expectativas positivas acerca do aluno;
Saber ouvir o aluno;
Não ridicularizá-lo jamais;
Amar muito o que faz, a sua profissão de professor;
Mostrar para o aluno que ele pode fazer a DIFERENÇA, isto é, que ele tem o seu lugar e o seu valor no mundo;
Perceber que ele, o professor, pode fazer a DIFERENÇA, para o aluno;
O professor deve ensinar o aluno a ser ético e crítico, mostrando a ele que a crítica é boa , desde que feita de maneira adequada e que a ética é fundamental em qualquer relacionamento humano, em qualquer ambiente: Familiar, Social, Escolar, entre outros.
O português que falamos no Brasil tem muitas palavras de origem africana, você sabia? Isso acontece porque - principalmente durante período colonial - os negros foram trazidos da África como escravos, para trabalhar na lavoura.
Os africanos trouxeram consigo sua religião - o candomblé - e sua cultura, que inclui as comidas, a música, o modo de ver a vida e muitos dos seus mitos e lendas. Trouxeram ainda - é claro - as línguas e dialetos que falavam.
Os povos bantos, que habitavam o litoral da África, falavam diversas línguas (como o quicongo, o quimbundo e o umbundo). Muitos vocábulos que nós usamos freqüentemente vieram desses idiomas. Quer exemplos? "Bagunça", "curinga", "moleque", "dengo", "gangorra", "cachimbo", "fubá", "macaco", "quitanda"...
Outras palavras do português falado no Brasil também têm raízes africanas. Muitas delas vêm de diferentes povos do continente, como os jejes e os nagôs (que falavam línguas como o fon e o ioruba). Palavras como "acarajé", "gogó", "jabá" e muitas outras passaram a fazer parte do nosso vocabulário, foram incorporados à nossa cultura. Em geral, trata-se de nomes ligados à religião, à família, a brincadeiras, à música e à vida cotidiana.
Quer um exemplo bem trivial? "Bunda". Essa palavra também é africana, pode ter certeza. Se não fosse por ela, teríamos que dizer "nádegas", que é efetivamente o termo português para essa parte do corpo humano. Da mesma maneira, em vez de "cochilar", teríamos que dizer "dormitar". Em vez de "caçula", usaríamos uma palavra bem mais complicada: "benjamim". Empolado, não é?
Dizem que a língua banta tem uma estrutura parecida com o português, devido ao uso de muitas vogais e sílabas nasais ou abertas. Deve ser verdade, observe os sons da palavra "moleque" e de "gangorra". Parece também que o jeito malemolente (isto é, devagar e cheio de ginga) de falar facilitou a integração entre o banto e o português.
A verdade é que hoje a gente usa tantas palavras africanas que nem repara em sua origem. Quer ver? O que seria do Brasil sem o "samba"? E tem mais: "cachaça", "dendê", "fuxico", "berimbau", "quitute", cuíca", "cangaço", "quiabo", "senzala", "corcunda", "batucada", "zabumba", "bafafá" e "axé". Para quem não sabe, "bafafá" significa confusão. E "axé" é uma saudação com votos de paz e felicidade.
O prefixo "afro"
Antes de terminar, é bom lembrar que hoje é muito comum o uso do prefixo "afro" (relativo à África), em palavras como afro-brasileiro, afro-descendente, afro-americano. Repare que essas palavras, assim como o próprio prefixo, são adjetivos.
E a gramática manda que palavras formadas por prefixos que sejam formas adjetivas sejam separadas por hífen. Ora, "afro" é redução de "africano". Portanto, afro-brasileiro é algo ou alguém com características ou origem africanas e brasileiras e afro-descendente é algo ou alguém que descende de africanos.
Para manter as artérias jovens, tome suco de uva todos os dias.
Os segredos das uvas e do suco de uva no combate ao envelhecimento, é simples e poderoso: as uvas contém 20 antioxidantes conhecidos, que funcionam em conjunto para combater os radicais livres que promovem as doenças e envelhecimento de acordo com os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Davis.
Os antioxidantes encontram-se nas cascas e sementes e quanto mais vibrante for a cor da casca, maior seu poder antioxidante, que significa que as uvas vermelhas e tintas e seu suco de uva são os mais poderosos.
Do ponto de vista terapêutico, trata-se de um dos mais preciosos sucos. O suco de uva Pérgola faz uma combinação criteriosa de uvas tintas: temos a doçura das uvas Isabel e Concord, acrescidas do aroma, sabor e cor da uva Bordô, proporcionando uma concentração consistente, límpida, brilhante e de sabor inconfundível.
Uma combinação perfeita que faz com que nosso suco tenha uma potente atividade anticoagulante e, sabe-se, que isso inibe a oxidação do colesterol HDL e dilata os vasos sanguíneos.
Saúde com energia e reconstrução da fadiga, temos tomando suco de uvas tintas todos os dias.